Os profissionais certificados junto ao PMI são responsáveis por reportar suas atividades para manter sua credencial.
Isso é feito através do acúmulo de Unidades de Desenvolvimento Profissional, conhecidas como PDUs (Professional Development Units).
O PDU (Professional Development Unit) é a unidade de medida utilizada para quantificar atividades aprovadas de serviço profissional e aprendizagem relacionadas às atividades de Gerência de Projetos. O PMI utiliza as PDUs para quantificar os cursos aprovados e atividades profissionais exercidas pelas pessoas certificadas, buscando garantir a manutenção das certificações e com isso fazer com que o profissional fique sempre atualizado com as evoluções da área.
Uma PDU é obtida para cada hora gasta em uma atividade ou experiência de aprendizagem, atividades essas que devem ter um mínimo 1 hora, podendo ser reportadas em frações de 0,25 PDU a partir da primeira hora.
A participação em cursos e seminários é um meio de se obter PDUs, existem várias outras e atividades que você exerce na área de Gerência de Projetos também podem ser contabilizadas como PDUs.
Todas as vezes que optamos, em nossos projetos, pela terceirização de algum serviço ou a compra de algum produto para compor o projeto, temos que nos preocupar com esse gerenciamento em específico.
Muitas vezes gerenciar o trabalho de terceiros, que não estão diretamente controlados no ambiente do projeto não é uma tarefa fácil. Existe ainda a preocupação com a confidencialidade, principalmente quando existem recursos inovadores no projeto que está sendo desenvolvido.
O Pmbok nos ajuda muito a diminuir os riscos e melhorar o desempenho desse tipo de atividade com alguns processos:
Tudo deve começar com o Planejamento e Gerenciamento das Aquisições, onde é feita a documentação das decisões de compras do projeto e identificação dos fornecedores em potencial.
Quando o projeto já está sendo planejado, precisamos Conduzir as Aquisições com a obtenção de respostas dos fornecedores, a seleção dos melhores para o projeto e elaboração/assinatura do contrato.
Depois que o projeto estiver em desenvolvimento é hora de fazermos o Controle das Aquisições, onde é monitorado e acompanhado o desempenho das entregas desses fornecedores, dentro das expectativas definidas no contrato. Caso sejam necessárias mudanças elas devem ser documentadas, os documentos do projeto atualizados e os contratos revistos.
Quando o projeto for concluído ou a parte terceirizada dele for terminada é hora de Encerrar as Aquisições, nesse momento é preciso registrar as lições aprendidas com a aquiaição, lembrando que os bons fornecedores precisão ter suas características no projeto registradas, para serem priorizados em novos projetos, o mesmo acontecendo com fornecedores com desempenho aquém dos esperados para que sejam evitados em novas seleções.
Entre os dias 09/11/2015 e 11/11/2015 acontecerá o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos com palestrantes nacionais e internacionais.
Um projeto é um conjunto de atividades temporárias, realizadas em grupo, destinadas a produzir um produto, serviço ou resultado únicos.
Um projeto é temporário no sentido de que tem um início e fim definidos no tempo, e, por isso, um escopo e recursos definidos.
E um projeto é único no sentido de que não se trata de uma operação de rotina, mas um conjunto específico de operações destinadas a atingir um objetivo em particular. Assim, uma equipe de projeto inclui pessoas que geralmente não trabalham juntas – algumas vezes vindas de diferentes organizações e de múltiplas geografias.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK). 5ª ed., 2014.
O PMDOME é o maior Workshop de gerenciamento de projetos do mundo!. Em 2005 o PMDOME ganhou do PMI americano o PROFESSIONAL DEVELOPMENT AWARD. Esse ano acontece em: Data: 25 março 2013 / São Paulo-SP Local: Centro Universitário Senac - Campus Sto Amaro - São Paulo-SP Reservas ou dúvidas: ligue 41.3029-9397 ou 11.3661-1550 email: eventos@mundopm.com.br
O Worksohp é ministrado por:
Ricardo Vargas: Diretor de Projetos da UNOPS (ONU), membro diretor do PMI-USA (Headquarter). Autor de dezenas de livros em gerenciamento de projetos. É considerado uma das principais líderança nesta área no Brasil por suas contribuições junto ao PMI mundial. José Finocchio: Diretor da PM2.0 e Professor da FGV e FIA. Renomado consultor em gerenciamento de projetos. E famoso por suas contribuições nas redes sociais. Mais informações podem ser obtidas em: https://www.facebook.com/pmdome2013 http://www.mundopm.com.br/PMDOME2013_evento.jsp
Depois de um bom tempo sem realizar posts estou de volta... vou procurar manter esse espaço bastante atualizado com informações sobre Gerência de Projetos, Engenharia de Software, Melhoria de Processo de Software, entre outras coisas.
Depois de ficar um bom tempo sem nenhum post aqui no blog, resolvi escrever um pouco sobre as certificações emitidas por uma das mais bem conceituadas instituições do mundo, o PMI (Project Management Institute). Vou falar nas próximas publicações a respeito dos tipos de certificados, quem pode obtê-los, qual o custo de cada um, o que é necessário para mantê-los, etc. Darei um foco especial à certificação PMP (Project Management Professional), falarei como foram as etapas necessárias para que eu conseguisse ser aprovado e conquistasse essa certificação e darei dicas para quem tem o objetivo de se tornar um Gerente de Projetos certificado pelo PMI.
“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia.”
William Edwards Deming, um dos papas da qualidade escreveu frase acima. Sua conclusão é clara: a empresa precisa se conhecer objetivamente para alcançar o sucesso. E medidas, bem entendidas, definidas, coletadas e analisadas são a base para este auto-conhecimento. Como saber se a produtividade da sua empresa está baixa ou alta? Ou até antes disto: como saber qual é a produtividade de sua empresa? Como avaliar se medidas tomadas para reduzir o número de defeitos em um produto foram ou não eficazes? Como aumentar a previsibilidade de seus projetos? Medindo, medindo e medindo – e claro, analisando e tirando o melhor proveito destas medições.
A empresa deve sempre alinhar os indicadores de medidas com os objetivos organizacionais e necessidades de informações que ela possui. Esse alinhamento garante que o esforço gasto na coleta, análise e distribuição das informações de medição estão trazendo benefícios para a organização e que ela poderá identifcar problemas, priorizar investimentos e alcançar seu objetivos estratégicos. Sempre devemos medir sabendo o que medir, o que fazer com os resultados e como tirar o melhor proveito dos mesmos.
Networking é a união dos termos em inglês "Net", que significa "Rede"; e "Working", que é "Trabalhando".
A idéia é conhecer e ser conhecido por pessoas que possam ajudar na evolução de sua carreira profissional.
Para isso você deve ficar sempre atento no trabalho e na vida social a oportunidades e a informações que possam lhe ajudar de alguma forma.
Como outros tipos comportamento social, o networking tem algumas regras que devem ser seguidas:
* A primeira impressão - como diz o velho ditado, a primeira impressão é sempre a que fica. Seja por telefone ou pessoalmente, esteja preparado.
* Não peça um emprego diretamente - fazer networking não é participar de uma feira de empregos, e sim uma oportunidade para coletar informações úteis.
* Dê para receber - networking é uma via de duas mãos. Nada é de graça e tudo tem seu preço.
* Faça a lição de casa - pesquise seus contatos antes de conhecê-los e sempre siga as boas indicações ou as passe adiante.
* Pense lateralmente - tente expandir sua rede de contatos além da sua zona de conforto ou esfera habitual de atividades.
* Paciência é uma virtude - entrar no jogo do networking é um trabalho de resultados a longo prazo, não espere obter grandes retornos logo nos primeiros contatos.
É muito importante manter os contatos com as pessoas. Não há como construir um networking, esquecendo-se da pessoa que conheceu. Também é sempre bom relacionar-se com os diversos contatos, mesmo aqueles que não parecem ser muito importantes no momento, no futuro poderão vir a ser úteis.
Com a internet o networking ficou mais fácil, as redes sociais podem ser um excelente mecanismo de contatos, onde você pode evitar de ser esquecido, lembrar sempre dos amigos, ex-colegas de faculdade, profissionais, empresários, etc. E acompanhar as trajetórias profissionais de cada um, acompanhar o lançamento de eventos e palestras, onde é possível melhorar mais ainda o seu networking.
A PUC-Minas em parceria com a Fumsoft acaba de lançar uma pós-graduação com o objetivo de desenvolver profissionais com conhecimentos em Engenharia de Software e Gestão da Qualidade de Processos. focada no modelo MPS.BR dará aos alunos capacitação para implantar e gerenciar processos de software baseados em MPS.BR (Melhoria de Processos do Software Brasileiro) e CMMI (Capability Maturity Model). Ao final do curso, o profissional habilitado poderá realizar a Prova oficial para Implementadores MPS.BR(P2), com desconto de 50% na inscrição, sem a necessidade dos cursos obrigatórios (C1-Curso de Introdução ao MPS.BR e C2-Curso para Implementadores do MPS.BR), desde que o faça nas duas ofertas subseqüentes da prova P2, realizadas após o final do curso. Abaixo segue o programa: - Conceitos de Engenharia de Software - Engenharia de Requisitos - Gerência de Projetos e Portfólios - Gerência de Configuração - Garantia da Qualidade - Medições - Controle Estatístico de Processo - Processos de Software - Gerência de Recursos Humanos e de Conhecimentos - Gerência de Decisões - Verificação e Validação de Software - Construção e Integração de SW (arquitetura) - Engenharia de Reutilização - Aquisições - Abordagem para desenvolvimento de software - Metodologia de trabalho científico - Melhoria de Processos - Gerência quantitativa de Projetos - Estruturas de dados para repositórios - Seminários: Aplicações de MPS.BR em empresas
Também conhecida como ciclo de Shewhart ou ciclo de Deming. O PDCA (Plan, Do, Check, Act) é uma sequência interativa de quatro atividade para a resolução de problemas, tipicamente usada em melhoria de processos de negócios. O ciclo começa pelo planejamento, em seguida, uma ação ou conjunto de ações planejadas são executadas. Checa-se constante e repetidamente se o que foi feito estava de acordo com o planejado. Finalmente, toma-se uma ação para aliminar, ou ao menos mitigar, defeitos no produto ou na execução.
Rita Mulcahy, PMP, uma gerente de projetos extremamente popular e fundadora da RMC Project Management, faleceu em 15 de Maio de 2010 aos 50 anos. Ela foi vice-presidente de desenvolvimento profissional do Capítulo do PMI de Minnesota - EUA em 1998 e 1999, foi uma das maiores autoras de best-sellers de gerencimanto de projetos de todos os tempos. Rita Mulcahy foi diagnosticada com estágio 4 de câncer de mama em setembro de 2005, poucos dias antes de duas apresentações agendadas no PMI Global Congress - North America. Tendo apenas alguns meses de vida, ela passou os próximos cinco anos lutando contra a sua doença em particular com um regime contínuo de tratamentos ocidentais. Durante esse tempo, ela continuou trabalhando, escreveu mais cinco livros, ministrou aulas e palestras em todo o mundo, e criou uma equipe altamente qualificada de autores, instrutores e desenvolvedores de software. Ela também dedicou muito tempo ao crescimento do seu negócio, e ao longo dos últimos cinco anos assistiu a RMC ampliar sua formação e distribuição de Produtos para cerca de 50 regiões em todo o mundo. Ela foi um exemplo para os Gerentes de Projetos de todo o mundo com sua escrita clara e objetiva e sua forma de mostrar através de exemplos o contidiano de um projeto, facilitando a aquisição de mais conhecimento para todos que leram algum de seus materiais...
Uma das grandes preocupações impostas às empresas pelo mercado competitivo atualmente é a qualidade com que as mesmas oferecem seus produtos a seus clientes, devido ao fato dos clientes além de quererem produtos baratos, fabricados com rapidez, modernos, eles passaram a avaliar muito a qualidade dos produtos que estão comprando, fazendo com que os fornecedores que oferecem produtos de qualidade conquistem mais clientes, mas a preocupação com a qualidade não é algo recente.
Segundo Joseph M. Juran a qualidade pode ser abordada em três processos:
- Planejamento da qualidade: Processo de preparação para encontrar as metas de qualidade identificando quem são os consumidores, quais são suas necessidades e desenvolvendo um produto que atenda às necessidades dos consumidores;
- Controle da qualidade: O controle da qualidade objetiva um processo para encontrar as metas de qualidade estabelecidas durante as operações, permite evitar ou corrigir eventos indesejáveis ou inesperados. Através dele se obtém estabilidade e consistência ao processo provando que se pode fabricar um produto sob condições de operação com o mínimo de inspeção necessária;
- Melhoria da qualidade: Processo de melhoria contínua da qualidade por meio de mudanças planejadas, previstas e controladas, desenvolvendo um processo que seja capaz de produzir o produto certo e que possa ser otimizado constantemente.
De acordo com Philip Crosby a qualidade pode ser vista como o grau de conformidade do produto com a sua especificação e sua abordagem inclui o que ele determinou de 4 “certezas” do Gerenciamento da Qualidade:
- Qualidade significa atender aos requisitos;
- Qualidade vem através da prevenção;
- Padrão para desempenho da qualidade é “defeitos zero”;
- A medida de qualidade é o preço da não-conformidade.
Já W. Edwards Deming enfatiza a necessidade dos métodos estatísticos, participação, educação e proposta de melhoria para que seja possível obter o controle da qualidade. Segundo ele é fundamental que as especificações sejam sempre revistas uma vez que as necessidades dos clientes têm alto grau de instabilidade.Ele defendeu 14 pontos fundamentais para a gestão da qualidade em uma organização, são eles:
1 - Criar uma constância de propósito de aperfeiçoamento do produto e serviço, a fim de torná-los competitivos, perpetuá-los no mercado e gerar empregos;
2 - Adotar uma nova filosofia. Vivemos numa nova era econômica. A administração ocidental deve despertar para o desafio, conscientizar-se de suas responsabilidades e assumir a liderança em direção à transformação;
3 - A qualidade não deve ser obtida somente através de inspeção;
4 - Acabar com a idéia de que negócios são baseados apenas no preço. Focar na idéia de um único fornecedor para cada item, através de relacionamentos duradouros, baseados na qualidade e na confiança;
5 - O processo de planejamento de ser aperfeiçoado constantemente, com o objetivo de aumentar a qualidade e a produtividade e, por conseqüência, reduzir os custos;
6 - Fornecer treinamento no próprio local de trabalho;
7 - Adotar e estabelecer liderança objetivando ajudar as pessoas a realizar um trabalho melhor;
8 -Eliminar o medo dos profissionais;
9 - Quebrar as barreiras entre os departamentos;
10 - Eliminar slogans, exortações, e metas dirigidas aos empregados;
11 - Focar na administração por objetivos e através de números e metas numéricas;
12 - Remover barreiras que despojem as pessoas de orgulho no trabalho. A atenção dos supervisores deve voltar-se para a qualidade e não para números;
13 - Estabelecer um programa rigoroso de educação e auto-aperfeiçoamento para todo o pessoal;
14 - Deixar claro que a transformação da empresa é tarefa de todos.Com base nessas definições podemos constatar que para ter produtos de qualidade precisamos ter um processo de qualidade.
A qualidade do processo cuida da qualidade da criação, adequação e aperfeiçoamento do processo de desenvolvimento do produto e a qualidade do produto visa garantir um produto atendendo a todas as especificações que o identifica, essas especificações podem ser chamadas de requisitos do produto, isso nos leva ao seguinte: A qualidade é definida como o grau em que o produto cumpre seus requisitos, ou seja, suas especificações.
A qualidade de um produto pode ser olhada de duas visões: a do produtor e a do cliente. Do ponto de vista do produtor, a qualidade se associa à concepção e produção de um produto que vá ao encontro das necessidades do cliente. Do ponto de vista do cliente, a qualidade está associada ao valor e a utilidades reconhecidas ao produto, estando em alguns casos ligada ao preço do produto.
Para poder garantir a qualidade do processo e do produto é necessário realizar o controle de qualidade.
Até a próxima...
Uma informação Internacional... O SEI (Software Engineering Institute) anunciou que em novembro de 2010 deverá estar disponível a versão 1.3 do CMMI. A versão 1.3 vai focar em: Alta Maturidade, Avaliação da eficiência, Simplificar as práticas genéricas, etc. A versão inclui melhorias no CMMI para o Desenvolvimento (CMMI-DEV), CMMI para Aquisição (CMMI-ACQ) e CMMI para Serviços (CMMI-SVC). As mudanças inclui também melhorias para o método de avaliação (SCAMPI) e formação relacionadas com o CMMI. As melhorias planejadas para os modelos CMMI não exigirá grandes mudanças ou reciclagem para aqueles que usam atualmente o CMMI. A versão 1.2 ainda será válida por 3 anos. Para mais informações consulte o site do SEI.
Acontece entre os dias 07 e 11 de Junho de 2010 o IX Simpósio Brasilerio de Qualidade de Software (SBQS) em Belém no PA. Onde haverá uma série de eventos relacionados com a qualidade de software. Acontecerá também o curso oficial da Softex de Introdução ao MPS.BR (C1-MPS.BR) durante o evento. O evento tem como objetivo reunir pesquisadores, profissionais, empresários, professores e estudantes de diversas áreas, interessados em questões relativas à qualidade de software. O Simpósio também favorece o intercâmbio de informações entre pesquisadores nacionais e estrangeiros de renome, e entre indústria e usuários, sobre o estado atual e tendências, em termos de métodos, técnicas, ferramentas de software e experiências práticas da área de Qualidade de Software. Para mais informações, acesse: SBQS2010
A partir de hoje irei utilizar esse espaço para falar um pouco sobre qualidade de software, sobre os benefícios que essa qualidade pode trazer para as empresas que precisam melhorar seus produtos, sobre os modelos que podem ajudar nessa busca, sobre cursos relacionados com a área de melhoria de processo de software, sobre eventos relacionados e sobre as dificuldades que as empresas enfrentam em mudar a cultura organizacional para poder criar produtos de software seguindo um processo como a indústria de manufatura faz. Iremos falar um pouco também sobre as tendências internacionais, sobre a evolução dos modelos que servem de base para nós. Abraço a todos.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Curso de Introdução ao MPS.Br em Belo Horizonte em Agosto/2009.
Mais informações em: http://www.softex.br/mpsbr/_comunicados/comunicado.asp?id=2676